Uma das coisas que a maturidade me trouxe foi uma dose extra de tempo disponível para mim. Não sei se foi ela que trouxe ou se fui eu que conquistei. Digamos que foi uma composição de fatores: meus filhos são adultos e independentes, meus pais já faleceram há muito tempo, ainda não tenho netos. E, embora tenha a companhia do marido aposentado o dia todo, disponho de precioso tempo que uso para aprender coisas novas e para executá-las.
Nos últimos anos tenho me dedicado, no aspecto profissional, a dar aulas de idiomas, algo que me dá muito prazer. E, quer saber? Sem falsa modéstia, eu tenho o dom. E procuro honrá-lo. Traduções, revisões também fazem parte das atividades. Trabalhar me deixa alegre e de bom humor. A caminhada matinal também.
E assim, explorando algo aqui e ali, conhecendo amigos novos pela internet, comecei a aprender um pouquinho de tarot com uma amiga carioca, a Dhannyael, usando o Skype(ferramenta de comunicação on-line). Estou gostando muito de tudo, principalmente de abrir o leque da abordagem para interpretação do mundo. Francamente eu tinha um certo preconceito, nascido do racionalismo excessivo dos tempos de faculdade - cursei Ciências Sociais na PUC de São Paulo no final dos anos sessenta e lá fui assistente de Estatística durante alguns anos.
Bem, não tenho a intenção de fazer um resumo do que aconteceu nesses anos todos... pelo menos, não agora! Quero dizer que os laços entre mim e essa minha amiga estão se estreitando e nasce uma parceria para um projeto de um livro, quem sabe um curso em vídeo, ou um site. Estamos abertas para o que parecer melhor.
Então juntando o assunto tarot às minhas recentes incursões na elaboração de vídeos e unindo os textos que ela escreve às imagens que selecionamos e à música que pesquisamos exaustivamente, vou postar aqui no blog o filme que fizemos com o tema: A Imperatriz. Está no Youtube desde ontem e eu achei que está bom, muito bom!
Este outro vídeo fala do Louco, a carta sem número que, como um coringa, muda a leitura do jogo. Foi feito na semana passada. Espero que vocês gostem, ou então não gostem, rsssss... apenas que não fiquem indiferentes! Dentro da dualidade da terceira dimensão, cada pessoa tem o direito e o dever de fazer as suas escolhas, de acordo com seu coração e sua mente. A isso chamamos consciência!
E é isso o que tem sido para mim o estudo dos arquétipos que norteiam a vida das pessoas, de forma consciente ou inconsciente. Vivemos os mitos gravados na programação que trazemos e aqueles que são 'falados' na nossa história familiar do início da vida.
A conquista da consciência, uma integração com a Vida em todos os níveis, esta tem sido a conquista maior no tempo presente. Aliás, é o único tempo que existe (se existir algum) o Presente, o Agora.
Então sejamos felizes e conscientes agora.
Abraço carinhoso