sábado, 24 de janeiro de 2009

Barack Hussein Obama - o Filho

O seu pai era oriundo do Quênia, a sua mãe, do Kansas; conheceram-se no Hawai onde, em 1961, nasceu Barack Obama. Aos dois anos de idade, o pai de Obama deixou-o para ir para Harvard e depois regressou ao Quênia, onde era um político importante. Acabou por falecer num acidente de automóvel em 1982. Barack Obama apenas se lembra de o ter visto uma vez quando tinha 10 anos. Sua mãe era antropóloga e sempre trabalhou em organizações internacionais, preocupava-se com as injustiças sociais.



A sua mãe casou-se novamente, desta vez com um indonésio e sua família mudou-se para a Indonésia onde nasceu sua irmã. Ele frequentou escolas muçulmanas e cristãs durante dois anos e sua mãe acabou se divorciando.
A família regressou ao Hawai e ele passa a viver com os avós maternos. Mais tarde, prosseguiu os estudos, primeiro no Occidental College de Los Angeles e depois na Columbia University em Nova Iorque. Mais tarde, frequentou a Harvard Law School, onde obteve uma elevada distinção honorífica, magna cum laude, que corresponde a uma graduação com, no mínimo, dezoito créditos.





Conheceu a sua esposa Michelle Robinson enquanto trabalhava na firma de advogados Sidley & Austin. Após a sua experiência em Harvard, onde chegou a ser o primeiro afro-americano eleito para a presidência da Harvard Law Review, mudou-se para Chicago, a cidade natal de Michelle onde, em 1993, começou a dar aulas na escola de direito da Universidade de Chicago
Quantas influências ele carrega! Fisicamente é não negro no Quênia e não branco nos Estados Unidos: esse é o destino do mestiço. Muito embora seja considerado o primeiro presidente negro, racialmente ele é mulato. Um pai ausente desde seus 2 anos de idade causou um vácuo - ele até escreveu um livro em que mostra seus sentimentos. Depois um padrasto indonésio, morar noutro país, frequentar escola muçulmana, irmã mestiça de indonésio. Voltar para o Hawaí para morar com os avós, estado que é como uma periferia nos Estados Unidos, estudar lá, conhecer as ruas, a violência, as drogas...

Aí começa sua definição pluralista consciente e o estudo o ajuda a compor esse mosáico com tantas peças. Escolhas positivas, ambição, coragem.

Dizem alguns que o meio faz o homem, se fosse apenas esse o caso, Obama poderia ter se perdido (tantos se perdem)...tão multifacetado que poderia não ter encontrado a "cola" para juntar todas as partes. Mas o homem, apesar do meio, pode construir a si próprio e depois até refazer o meio, a sociedade. Para a tarefa tem contado com a parceria de uma mulher muito especial, Michelle, cujo currículo brilhante se ombreia ao do marido.

Acredito também que até a disputa dentro do Partido, pela indicação como candidato, o tenha fortalecido. E o processo da eleição, claro...no final até o derrotado opositor apresentou sua admiração por ele.



A cerimônia da posse...nunca vi nada parecido, um oceano de pessoas esperançosas :





E assim um novo presidente plural, multiétnico, preparado, com espírito corajoso e liderança indiscutível chega à Casa Branca prometendo mudança. Ora, ele já é a mudança.


Viva Barack Hussein Obama, filho construído por sua própria perseverança e trabalho.



terça-feira, 20 de janeiro de 2009

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Tempo de Conscientização

A minha mais nova amiga virtual, a Heloisa, me diz que falta uma consciência de coletividade, de corpo, para as pessoas entenderem e aceitarem que somos um só corpo, uma só espécie e o que acontece com um, acontece com todos.
Agradeço o lúcido comentário e quero argumentar comigo mesma e com os amigos que me honram com sua visita.
Vejamos a globalização: ela nos trouxe uma série de coisas boas e ruins também, e agora nos traz a melhor/pior de todas - uma crise econômica nascida noutro país, mas que se alastra pelo mundo todo como um vírus incontrolável.
O aspecto "melhor" que eu vejo é exatamente a oportunidade de reconhecermos essa unidade que formamos, a oportunidade dessa consciência.
Num ano solar, marcado pela expansão da luz e necessidade de soluções novas porque as soluções antigas transformaram-se em mais problemas: produção descontrolada de lixo, gestão catastrófica de recursos naturais, poluição de oceanos, rios e perda de mananciais, esgotamento de campos petrolíferos, etc. Se fôssemos listar tudo, acho que seriam necessárias páginas e páginas e perderíamos o foco do que quero abordar que é a mudança de atitude!
Mudança, quando é que mudamos? Principalmente quando somos obrigados a isso. E agora é esse o caso, ou mudamos, ou seremos mudados... aliás, estamos sendo mudados!
Já sabiam os alquimistas o que é muito similar ao conhecimento do antigo Tao Te Ching e que rege também o "novo" conhecimento proposto pela Física Quântica: SOLVE , COAGULA.
Em português significa: Dissolve, Solidifica.
Estamos hoje assistindo e participando do fenômeno "Solve" ... Para nascer o novo, o antigo precisa desaparecer, morrer, explodir, implodir.
Para o momento do "Coagula" eu projeto: Verdade, Justiça, Liberdade e Paz!

sábado, 10 de janeiro de 2009

Estratégias para a Paz - Nossa Lição




A energia desprendida da dor, do sangue derramado, da tristeza, do odor sulfuroso das explosões e da revolta sobrevive à destruição física dos corpos. Está sendo criada uma nuvem de sentimentos e emoções que não se dissipa, como se fosse uma poluição espiritual, atmosfera pesada e densa.
Isso forma um corpo emocional coletivo... e teremos de purgar toda essa vibração densa e nefasta. Afinal somos uma só raça, um só planeta, uma lição a aprender: Se você ferir um dedo todo o corpo sofre...não há culpa, há responsabilidade.

É preciso aprender estratégias para a paz.

Muito bons os artigos do Caio Blinder para o Último Segundo, confira aqui

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Brincando...

Cá estou em pleno 2009, e estou brincando com a edição de imagens. Isso porque minha amiga querida Arlette gosta das minhas "artes", não sei se de artista ou de arteira...hehehehe, como quase sempre me qualificavam meus pais quando era criança.
"Lúcia, pare de assobiar, menina não assobia."
"Lúcia, sente-se direito, menina não senta assim"...e por aí continuava a ladainha. Devo dizer que as ladainhas foram inúteis e que minha longa infância (62 anos já está durando...)tem sido muito divertida também! E também é divertidamente séria ou seriamente divertida.
Bom, então lá vai a imagem dentro da pedra!




Já esta outra é mais antiga e decorava meu perfil do orkut...hehehehe